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Ensinar jovens a programar é crucial para o futuro da sociedade; saiba o motivo

O ensino da programação e da “linguagem dos computadores” a crianças e adolescentes tem sido cada vez mais considerado como essencial por especialistas. Isso porque a habilidade de criar jogos, programas e aplicativos é vista como uma importante ferramenta para a vida em sociedade. A tecnologia está cada vez mais inserida no nosso dia a dia e, ao conseguir programar, os estudantes não só entendem como o computador funciona como são capazes de criar e desenvolver soluções práticas para o dia a dia, empresas e comunidades.

Na MadCode, por exemplo, é comum pais matricularem seus filhos ao perceberem o quanto a tecnologia está cada vez mais presente nas nossas vidas. Muitos alunos, aliás, já criam programas pensando em soluções para a vida em sociedade - o que é praticado com eles em salas de aula.

A mãe de um dos alunos, a esteticista Andréa Ferreira, disse que seu filho, Arthur Ferreira Oliveira, de 10 anos, já pensa em criar programas para ajudar pessoas e animais. “Ele fala que quer desenvolver alguma coisa para a melhora do mundo”, afirmou.

Contudo, o movimento percebido na MadCode é apenas um reflexo do que acontece em todo o planeta. Pensamentos apontam que a programação é uma tendência que chegou para ficar na área de educação.

São muitos os defensores da causa. Em artigo publicado no “The Wall Street Journal”, o colunista de Tecnologia Christopher Mims sugere que, no futuro, nenhuma profissão será imune ao uso de máquinas e tecnologia. Ele pontua que isso significa admitir que a programação já faz parte das “artes liberais” e, portanto, é uma habilidade fundamental que toda criança deve possuir.

Mims salienta que, sem seu conceito original, “artes liberais” podem ser entendidas como o grupo de conhecimentos necessários para participar da vida cívica - e incluía o que que era então conhecido como astronomia e matemática, por exemplo.

Pedido de Obama

Ao enxergar a importância do conhecimento de programação para o futuro dos Estados Unidos, o presidente Barack Obama fez um discurso em 2013 pedindo que os estudantes daqueles país aprendam a programar. Obama diz, no vídeo, que se juntou à causa de professores, estudantes, empresas e ONGs em apoio ao ensino da Ciência da Computação nas escolas americanas.

“Aprender essas habilidades não é importante só para seu futuro, é importante para o futuro do nosso país. Se quisermos que um país esteja na vanguarda da tecnologia, precisamos que jovens como você dominem as ferramentas e tecnologia que mudarão o jeito que fazemos todas as coisas”, apelou Obama aos jovens.

O líder dos EUA foi enfático: “Não compre apenas um novo videogame. Crie um. Não baixe um aplicativo. Ajude a desenvolvê-lo. Não apenas brinque em seu celular, mas programe-o.”

Querer programar é natural

No Brasil, o crescente ensino de programação a crianças em escolas e cursos tem sido pauta da imprensa. Em entrevista para a “Folha de S. Paulo”, a psicóloga Andrea Jotta, professora e pesquisadora do Núcleo de Pesquisa de Psicologia e Informática (NPPI) da PUC de São Paulo disse, aliás, que é natural que as crianças queiram aprender programação. Andrea estuda a relação entre as pessoas e as novas tecnologias midiáticas, como internet, redes sociais e games.

Na reportagem, a especialista diz: "Elas nem sempre aceitam o que vem pronto, feito por empresas". E completa: "A tendência é que elas queiram que os programas se encaixem às suas necessidades."

Jogo para Educação Cívica

E não é só programando que os alunos aprendem. Recentemente, foi publicada uma reportagem no jornal americano “The New York Times” sobre a juíza americana Sandra Day O'Connor, de 86 anos, que cria games para estimular a educação cívica entre estudantes do ensino fundamental dos Estados Unidos. Nesse caso, contudo, os jogos não são criado pelos alunos, mas usados em sala de aula como ferramenta para engajar os estudantes ao aprendizado de educação cívica.

Em 2009, Sandra criou a iCivics, uma organização sem fins lucrativos, e já produziu 19 jogos online gratuitos, acompanhados por planos de estudo. O intuito é que os jovens abordem a solução de problemas observando-os de pontos de vista diferentes, explica a juíza na reportagem. O mais recente dos games se chama "Win The White House" e visa propiciar aos alunos uma visão animada de como os diferentes ramos do governo e da constituição funcionam.

Esse é só um exemplo de como o uso da tecnologia e de jogos tem se tornado uma ferramenta importante de ensino para os alunos em escolas, que aprendem na prática e “brincando” e, cada vez mais, programando também.

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